O IMPÉRIO CRIMINAL ADMITE SEU CRIME: ELE MESMO CRIOU O VÍRUS DA COVID-19 NO LABORATÓRIO DE WUHAN

Um relatório da Casa Branca, baseado em investigações do Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA, confirma a origem laboratorial da Covid-19, apontando que ele foi vazado de laboratório no Instituto de Virologia de Wuhan (WIV), na China. O relatório também desmascara a condução de autoridades de saúde pública, incluindo o Dr. Anthony Fauci, para o enfrentamento da suposta pandemia..

Segundo o documento, o SARS-CoV-2 possui características biológicas não encontradas na natureza e todos os casos da doença derivam de uma única introdução em humanos, ao contrário de pandemias anteriores com múltiplos eventos de transmissão. Wuhan, onde supostamente o vírus surgiu, abriga o principal laboratório de pesquisa de SARS da China, conhecido por realizar experimentos de ganho de função (alteração genética para aumentar a capacidade de organismos) e, segundo o relatório, com condições de biossegurança inadequadas. Pesquisadores do WIV apresentaram sintomas semelhantes aos da Covid-19 no outono de 2019, meses antes da identificação oficial do vírus em um mercado local.

O relatório critica ainda a publicação “The Proximal Origin of SARS-CoV-2”, alegadamente incentivada por Fauci, que descartou a teoria do vazamento de laboratório em favor da origem natural, influenciando o discurso público e midiático. Também aponta falhas na supervisão de pesquisas de ganho de função, financiadas em parte por dólares americanos via EcoHealth Alliance, liderada por Dr. Peter Daszak. A EcoHealth é acusada de violar termos de concessões do NIH (National Institutes of Health), resultando na suspensão de seu financiamento e numa investigação do Departamento de Justiça.

Obstruções às investigações foram amplamente relatadas. Segundo o documento, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos da administração Biden teria atrasado e limitado o acesso a evidências, enquanto Daszak e o Dr. David Morens, assessor de Fauci, são acusados de fornecer informações falsas, manipular documentos e apagar registros federais. No âmbito estadual, o governo de Nova York, sob a gestão de Kathy Hochul, é criticado por reter documentos relacionados às falhas pandêmicas do ex-governador Andrew Cuomo, incluindo a ordem de 2020 que obrigava casas de repouso a aceitar pacientes com Covid-19, considerada “má prática médica”.

O relatório também questiona a Organização Mundial da Saúde (OMS), acusada de ceder a pressões do Partido Comunista Chinês, e critica medidas como o distanciamento social de 2 metros, descrito como sem base científica, e os lockdowns, que causaram danos econômicos e à saúde mental, especialmente em jovens. A falta de evidências conclusivas sobre a eficácia de máscaras e a censura de narrativas alternativas, como a teoria do vazamento de laboratório, são apontadas como exemplos de má gestão e desinformação por parte das autoridades.

A primeira coisa que chama a atenção é o plácido silêncio da mídia burguesa e da esquerda mundial, em especial a brasileira, sobre o relatório. O que foi rotulado energicamente por esses, no início da pandemia, como uma mera “teoria da conspiração”, levada adiante pela “extrema-direita negacionista”, inimiga da imaculada ciência, parece ganhar cada vez mais legitimidade no debate público. Da imprensa burguesa, o cinismo é esperado, mas de partidos de esquerda brasileiros, como PT, PSOL, PSTU, UP, MRT, PCB etc. (acéfalos em temas científicos), algum balanço seria necessário, dado que foram grandes perseguidores da dissidência científica e médica que sustentava posições dissidentes durante a crise de 2020.

A segunda coisa que deve ser tratada é que, possivelmente, argumentos no sentido contrário dirão que esse relatório nada mais é do que o espelho do caráter “anticientífico” do governo de Donald Trump, teoria essa que pode ser sustentada até pelo layout da página cujo conteúdo foi personificadamente publicado na figura do atual presidente dos EUA, estampando uma foto sua, típica do delírio americano, como o “vingador” que cumpre a nobre função de trazer à tona a “verdade revelada”.

Mas a verdade é que Anthony Fauci era, durante o governo Trump em 2020, diretor do NIAID (National Institute of Allergy and Infectious Diseases), e, enquanto importante pivô da mentira pandêmica, todas as suas medidas autoritárias e pseudocientíficas foram atendidas sem nenhuma resistência pelo governo Trump, que, na melhor das hipóteses, balbuciou suas bravatas contra tais medidas. Mas, enquanto um homem de poder de uma das maiores potências mundiais – potência essa que liderou as diretrizes da falsa pandemia –, se comportou como um tigre de papel.

Agora, no segundo mandato do seu governo e com a crise no coração do império mais profunda que nunca, Trump aparece como o mensageiro da verdade revelada ao grande público. Hipocrisia. Mesmo argumentando-se que os estados nos EUA têm autonomia para levar adiante suas políticas covidárias a despeito do governo federal, as instituições mais importantes na política criminosa da Covid-19 estavam sob controle do governo federal, a exemplo do já citado NIAID de Anthony Fauci.

O que poderia ter sido uma ótima chance para a esquerda ter apresentado uma política independente do Partido Democrata e Republicano, denunciando a hipocrisia de Trump e as ações criminosas de Biden, hoje se revela como uma vergonha geral e total desmoralização da esquerda.

A origem laboratorial da Covid-19 foi aventada por diversos cientistas que questionaram a narrativa oficial sobre os temas da pandemia. Caluniados, difamados e censurados, tal hipótese era na verdade bastante plausível, dado o fato conhecido e documentado de que o laboratório de Wuhan fazia pesquisas de ganho de função com patógenos semelhantes aos da Covid-19. A atuação da empresa americana EcoHealth Alliance nesses estudos também já era amplamente de conhecimento público.

Um artigo, escrito por Dr. Ah Kahn Syed em 28 de dezembro de 2021, argumenta que o SARS-CoV-2, vírus causador da Covid-19, é de origem artificial, utilizando a ferramenta BLAST (uma ferramenta de comparação de sequências genéticas do NCBI/NIH) para comparar sequências genéticas e demonstrar que o vírus contém inserções específicas do HIV-1 e uma sequência patenteada pela Moderna, improváveis de ocorrerem naturalmente. O autor defende que o SARS-CoV-2 foi projetado artificialmente, com evidências baseadas em: 1) inserções genéticas do HIV-1 – improváveis em um vírus natural –, 2) uma sequência genética única (sítio de clivagem por furina) encontrada apenas em patentes da Moderna e 3) uso do BLAST para mostrar que essas sequências não têm precedentes em vírus naturais, apontando para manipulação laboratorial.

A médica Laura H. Kahn argumentou, em 2023, no Georgetown Journal of International Affairs, que, diferentemente de SARS e MERS, que têm evidências claras de spillover natural – processo pelo qual um patógeno que normalmente infecta uma espécie animal passa a infectar humanos, geralmente sem manipulação artificial ou intervenção laboratorial – (ex.: anticorpos em civetas para SARS e camelos para MERS), não há evidências de spillover para SARS-CoV-2 em animais ou trabalhadores de mercados em Wuhan. A autora destaca a falta de estudos sobre anticorpos em trabalhadores do Instituto de Virologia de Wuhan (WIV) e aponta que o vírus possui um sítio de clivagem por furina, uma característica incomum em SARS-related coronavírus, sugerindo possível origem laboratorial.

Podemos também citar os inúmeros relatórios da médica e virologista Dra. Li-Meng Yan. Após investigar a “pneumonia de Wuhan” em janeiro de 2020, Yan concluiu que o vírus foi projetado em laboratório como uma arma biológica irrestrita, não resultante de um vazamento acidental. Ela publicou três relatórios sobre a origem laboratorial do SARS-CoV-2, além de artigos em revistas como Nature e The Lancet Infectious Diseases. Apesar de suas posições políticas, atribuindo à China tão somente a criação do vírus e livrando a cara dos EUA, as discussões da autora são de enorme interesse sobre o tema.

Podemos lembrar também das declarações bombásticas do Dr. David E. Martin, que alega que a pandemia de Covid-19 envolveu violações criminais relacionadas à manipulação do SARS-CoV, sugerindo que o vírus foi criado artificialmente com financiamento e envolvimento de instituições americanas, incluindo o NIH, NIAID, CDC e o pesquisador Ralph Baric. Ele argumenta que patentes relacionadas ao coronavírus, concedidas antes do surto de SARS em 2002-2003, indicam uma agenda de amplificação infecciosa e possível bioterrorismo, com interesses interligados entre cientistas, agências governamentais e empresas privadas.

Por fim, não podemos deixar de citar o grupo de amadores chamado DRASTIC (Decentralized Radical Autonomous Search Team Investigating COVID-19), que desafiou a narrativa oficial de que o SARS-CoV-2 teve origem natural, trazendo evidências circunstanciais que apontam para um possível vazamento do Instituto de Virologia de Wuhan (WIV). Foram tantos documentos coletados pelo grupo que seria possível construir uma Torre Eiffel com eles. Essas descobertas, inicialmente ignoradas ou ridicularizadas pela mídia e cientistas da ordem, forçaram uma reavaliação global da teoria de origem laboratorial, culminando em investigações oficiais, como a ordenada pelo presidente Joe Biden em maio de 2021.

Aqui está, portanto, uma lista minimalista de médicos, cientistas e cidadãos independentes que dedicaram seu tempo para apresentar uma análise alternativa à narrativa oficial. Todos estavam fazendo um precioso e extenso trabalho antes mesmo do presente relatório apresentado pelo governo Trump vir a público.

Em que pese as inúmeras falsas premissas científicas das quais tais autores partem – muitos deles são formados sob a doutrina da medicina biomolecular eugenista rockfelleriana e devem ser submetidos ao escrutínio de uma crítica materialista – tais materiais deveriam ser uma fonte para aqueles que buscam a verdade ou que defendem o interesse dos trabalhadores ou da população em geral contra os regimes de emergência artificialmente criados pelo imperialismo para “resetar” a esgotada economia global, portanto, não podem ser ignorados por quem adora papagaiar o lema “viva a ciência”. A verdade é que a ciência, sobretudo no campo dos temas da “pandemia” de 2020, é um ringue de embates e discussões.

Por fim, vale também comentar que mesmo a tese da origem laboratorial do vírus é passível de crítica, mesmo que ela testemunhe de forma reveladora o nível criminal de ação da gangue imperialista que governa o mundo – e seus aliados circunstanciais, afinal, o papel da China nesse processo está muito mal explicado. Finalmente, uma pergunta que fica é: por que o império da guerra, de repente, traz à tona a verdade que depõe contra si mesmo? Seria, para o império, liderado pelo silo representado por Donald Trump, uma parte interessada nessa narrativa? Seria isso expressão da crise interna da elite imperialista?

Perguntas ficam, mas, para os “afirmacionistas”, incautos ou oportunistas, perguntas podem não ser bem-vindas.


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